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23 de janeiro de 2013

Do que se trata o amor?




Hoje não quero agradar ninguém
Hoje quero ser eu mesmo,
Sem máscaras, sem segredos.
Hoje quero ser eu mesmo,
Lutar pelo que acredito,
Gritar contra aquilo que eu rejeito,
Viver de acordo com meus próprios preceitos.

Amanhã vou dormir feliz
Se eu for quem eu sou,
Sem mentiras, sem falsidade.
Quero ser a construção de uma verdade,
A concretização da felicidade,
Rima excêntrica,
Verso sem métrica,
Eu mesmo,
Erros e acertos que me fazem ser assim como sou.

Hoje, enfim durmo satisfeito.
Não procuro defeitos.
Nem tudo se trata de perfeito e imperfeito.
Fazer o quê?
Sou assim mesmo,
E eu me aceito,
Assim mesmo,
Desse jeito,
Desse MEU jeito!

E assim amanhã eu saberei do que se trata o amor...
Quem sabe ressaca do porre de aceitação e autoestima do dia anterior?


28 de agosto de 2011

Coisas cotidianas sem parênteses

3159891452_a14bb0c655 Coisas dessas cotidianas, que acontecem todos os dias, mesmo que você não veja. Mas acontecem! Coisas normais, ou mesmo coisas anormais que são consideradas normais, porque no mundo é assim: uma coisa quando é repetida infinitamente acaba sendo considerada normal. Duvida? Olha só nas cidades grandes os mendigos pedindo esmola. Pra quem mora lá isso é uma coisa super normal. Não são todos que acham isso, graças a Deus. O mundo ainda tem pessoas com sentimentos. E há também coisas que deveriam ser normais e são anormais. Mas o que eu disse acima mostra que um dia elas não serão mais anormais. Enfim, coisas cotidianas...
E existem coisas cotidianas que ficam presas a um lugar. Existem coisas cotidianas que ninguém, ou quase ninguém vê. E é uma dessas coisas que hoje venho noticiar. Aliás, acho que não são coisas. É uma coisa só. Uma coisa de duas pessoas. Esperto como você deve ser tenho certeza que já tem uma base do que venha a ser, não é?
Então, continuemos... Essa é a história de um casal que se encontrava todos os dias, no mesmo lugar. E, claro, eles tinham um motivo. Não, o lugar não era um lugar lindo, com uma paisagem espetacular, uma vista de tirar o fôlego, um lugar onde todos os casais poderiam se encontrar e ter uma linda tarde observando o pôr-do-sol. Era um beco, uma viela, uma rua escura, aonde ninguém ia. Sem graça, né? Mas esse casal se encontrava era nesse beco. E todos os dias. Na mesma hora.
4 de março de 2011

Antítese maluca

Se eu sou o que sou: não tenho certeza do que quero
Se eu sou o que querem, o que devo ser: finjo ser o que eu não sou
O que querem afinal?
O meu lado dito “normal” ou o meu lado “anormal”?


Eu tento entender esse povo maluco
E escuto de tudo
Boiola, confuso, às vezes até falso quando errado
Mas quando certo, sou "encubado"?
 
Sinceramente, as pessoas não sabem o que elas mesmas devem ser
Porque o mundo tá cheio de regras de como se deveria viver
Pessoas não sabem seguir regras
Há regras que as pessoas não conseguem entender
 
O que é certo, o que é errado?
Não, não
Não quero mais ouvir o que fazer
Como vou entender se nem vocês sabem o que é que devo ser!
 
E tudo isso é uma antítese maluca
Não que eu tenha ligado para o que falassem
Mas quis entender o que queriam
E eles não sabem o que querem, não sabem viver bem a vida
24 de fevereiro de 2011

Regras para viver?


Mais uma vez aqui, fazendo algo que gosto tanto: escrevendo. Já ouvi muitas vezes pra não se sair contando de sua vida para estranhos na Internet e coisas desse tipo. Eu conto da minha vida para praticamente todo mundo porque eu não tenho nada para esconder. Não tenho segredos. Às vezes tenho de esconder aspectos de minha vida porque esses aspectos se cruzam com a vida de outras pessoas, que preferem que ninguém saiba. Bem, nesse caso tudo muda…

Bem, talvez confiar nas pessoas seja um defeito, mas eu confio e mesmo quebrando a cara com muitas pessoas continuo acreditando em outras que aparecem e continuarei acreditando em outras que virão. As pessoas não têm culpa de que outras pessoas me decepcionaram e acho que todos merecem o melhor de mim.